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Ficará semelhante a este: Os sinais da volta de Jesus



Deus tamb?m tem seu c?rculo ?ntimo formado por Seus favoritos, e isto n?o ? injusti?a. Injusto seria se Ele escolhesse quem ser?o Seus favoritos. Mas Deus n?o os escolhe. S?o as pessoas que escolhem viver uma vida de sabedoria e retid?o e, como resultado dessa decis?o, ingressam no c?rculo de intimidade do Senhor.
No verso de hoje, Deus, o Rei do Universo, o Criador dos C?us e da Terra, convida a todos os seres humanos para fazer parte desse c?rculo. A retid?o ? “o convite” que todos devem apresentar para poder ingressar. Retid?o, n?o como fruto do esfor?o humano ou da disciplina interior, mas como resultado de escolher voluntariamente fazer parte do grupo daqueles que buscam a Jesus.
Na B?blia, retid?o, boa conduta ou santidade nunca s?o apresentadas como resultado da autodisciplina. Frutos humanos s?o de pl?stico. Imita??es baratas, c?pias grotescas que satisfazem apenas o ego desequilibrado da criatura.
Na B?blia, santidade ? o resultado do companheirismo di?rio com Jesus. ? Jesus quem perdoa, transforma e conduz o pecador, tirando-o do p? e levando-o finalmente a refletir o Seu car?ter.
Quando os anjos, na porta do sal?o do banquete, v?em aproximar-se algu?m do c?rculo ?ntimo de Deus, n?o precisam sequer solicitar o convite. O rosto ? familiar, a pessoa ? conhecida, porque todos os dias separa tempo para orar e meditar na Palavra de Deus.
Em contrapartida, o Senhor “abomina o perverso”, diz o verso de hoje. Perverso ? o homem que sempre andou nos seus pr?prios caminhos, sem levar em considera??o os conselhos divinos.


Os criadores de gado bovino no Centro-Oeste do Brasil, onde as propriedades s?o amplas e os pastos vastos, criam o gado de forma largada. Quando precisam reuni-lo para trat?-lo com vacina e outros cuidados, encontram grande dificuldade. A liberdade dos animais torna-os fugidios e insubmissos ? disciplina e ?s ordens; s?o dif?ceis de ser conduzidos. Assim tamb?m ocorre com os nossos pensamentos. Se os deixarmos divagar pelas atra??es oferecidas pelo mundo e n?o os controlarmos, teremos dificuldades em conduzi-los de forma ?til, produtiva e em conformidade com a vontade de Deus.
Qu?o importante ? ter o controle da mente, de forma consciente. Afinal, somos o resultado dos pensamentos que nutrimos. Eis por que este assunto deve merecer um tratamento muito especial da parte daqueles que almejam ter pensamentos puros e nobres. S?o os nossos pensamentos que definem tanto a pessoa que somos como tamb?m a pessoa que haveremos de ser; isto ?, se teremos vida eterna ou morte eterna.
A Sra. Ellen G. White, nos idos de 1886, aconselhava a igreja: “Cada dia devem os pensamentos ser educados e mantidos na justa dire??o, como a agulha para o p?lo. Cada um deve ter seus alvos e des?gnios, e ent?o fazer com que todo pensamento e a??o sejam de molde a realizar aquilo a que se prop?em. Os pensamentos precisam ser controlados.” ? Mente, Car?ter e Personalidade, vol. 2, p?g. 656.
Assim como para manter uma casa limpa, em ordem e bem decorada exige-se cuidado constante, tamb?m para ter pensamentos nobres, puros e santificados necessita-se de total cuidado e vigil?ncia. E para que esses objetivos sejam alcan?ados, precisamos da coopera??o e ajuda do Esp?rito Santo. Quando em nossa mente damos lugar para que Ele atue, nossos pensamentos s?o conduzidos na dire??o da justi?a e da verdade (Jo?o 16:7-13).


Ser?o salvas as crian?as que morreram antes de atingirem a idade da raz?o?
A possibilidade dessas crian?as serem salvas parece, ? primeira vista, descartada pelas afirma??es de que ?quem crer e for batizado ser? salvo; quem, por?m, n?o crer ser? condenado? (Mar. 16:16), e que, para crer, ? necess?rio entender o evangelho (Rom. 10:12-15). Na tentativa de resolver esse dilema, a Igreja Cat?lica e mesmo alguns reformadores (inclusive Lutero) argumentavam que Deus concede o ?dom? da f? a um beb? que for batizado, sendo assim salvo da culpa do ?pecado original? de Ad?o. Mas essa proposta ? inaceit?vel, pois as Escrituras ensinam que os seres humanos herdam apenas a natureza pecaminosa, sem que lhes seja atribu?da a ?culpa? do pecado de Ad?o. Al?m disso, a B?blia n?o recomenda a pr?tica do batismo infantil nem reconhece o car?ter sacramental desse rito. No entanto, a experi?ncia do ladr?o que se converteu na cruz (Luc. 23:39- 43) confirma que entre os remidos estar?o pessoas que n?o tiveram condi??es de ser batizadas. Nessa categoria est?o as crian?as que morreram antes de atingirem a idade ideal para o batismo.
A salva??o das crian?as ? uma quest?o que transcende ? mera quest?o do batismo. Se os pecadores s?o justificados unicamente pela f? em Cristo (Rom. 5:1 e 2; cf. Jo?o 14:6), como pode uma crian?a que n?o exerceu conscientemente tal f? ser justificada para a salva??o? As declara??es de Ellen G. White nos livros Mensagens Escolhidas, vol. 2, p?gs. 259 e 260 (t?pico ?As Crian?as na Ressurrei??o?); ibid., vol. 3, p?gs. 313- 316 (cap?tulo ?Perguntas a Respeito dos Salvos?); e Eventos Finais, p?gs. 253 e 254 (t?pico ?A Salva??o de Criancinhas e de Imbecis?) revelam pelo menos tr?s conceitos fundamentais sobre a salva??o de crian?as que morreram em tenra idade. Um deles ? que os filhos de pais crentes ser?o salvos, pois a f? dos pais ? extensiva aos filhos que ainda n?o atingiram a idade da raz?o.
?-nos assegurado que ?a f? dos pais que cr?em protege os filhos, como sucedeu quando Deus enviou Seus ju?zos sobre os primog?nitos dos eg?pcios? (Mensagens Escolhidas, vol. 3, p?g. 314). Os pais crentes podem ter a certeza de que esses pequeninos lhes ser?o devolvidos na gloriosa manh? da ressurrei??o. ?Ao surgirem os pequenos, imortais, de seu leito poento, imediatamente seguir?o caminho, voando, para os bra?os maternos. Reencontrar-se-?o, para nunca mais se separarem? (ibid., vol. 2, p?g. 260).




JOSU? CAP. 6 E 7
A.? COBI?A ? um apetite desorganizado pelas coisas materiais. ?
? um desejo veemente de ter coisas, possess?es e poder alheio. Este ato se origina a uma id?ia fixa de satisfa??o pr?pria em todas as coisas. Nasce do ego?smo.
B. ? COBI?A ? um mal que se desenvolve gradualmente at? que
se torne um h?bito e prende-se com cadeias quase
imposs?vel de ser tirada. Isto aconteceu com
L?cifer no c?u (Ezeq. 28:17).
D. ? Este mal passou para todos n?s. Hoje o maior problema de CONFLITOS de pessoas, governo, lares e outros, s?o inspirados na COBI?A.
E. A B?blia ilustra esta atitude humana, atrav?s do personagem triste e c?lebre a??o de como Deus tratou o pecado da COBI?A.


No m?s de agosto de 2001, Mosh? (nome fict?cio), um bem sucedido empres?rio judeu, viajou para Israel a neg?cios.

1. N?o julgue ? Parece B?blico, n?o ?? Mas ? para seguir ao p? da letra, esmo, como se fosse um dos mandamentos. A censura (ou autocensura) ? ma das mais tem?veis pragas em qualquer atividade, pois mata as gandes d?ias j? na origem, no broto, n?o permitindo que elas cres?am e mostrem a qe vieram. Claro, h? um momento do processo em que ? preciso avaliar a qualidade das id?ias que surgem, mas uma coisa ? uma coisa, e outra ? outra.
2. Brinque de ?E Se? ? Lidar com possibilidades, mesmo (e at? especialmente) as mais absurdas, ? uma isca tentadora para boas id?ias. Voc? quer preparar um programa que chame a aten??o? Pergunte-se: ?E se eu iniciasse meu programa ?s 23h??; ?E se fosse a ?ltima coisa que eu fizesse na vida??
3. Seja crian?a ? Coloque-se no lugar de uma crian?a ? ou melhor ainda, encontre a que existe em voc?. Encare uma atividade ou um problema (ou uma atividade-problema) perguntando que tipo de solu??o uma cfrian?a teria. Se achar melhor, deifuna essa crian?a: menino ou menina? A idade, a atitude, o jeito de falar? Ent?o veja o mundo atrav?s dos olhos dela.




J? imaginou o que aconteceria se trat?ssemos a nossa B?blia do jeito que tratamos o nosso celular?
E se sempre carreg?ssemos a nossa B?blia no bolso ou na bolsa?
E se d?ssemos uma olhada nela v?rias vezes ao dia?
E se volt?ssemos para apanh?-la quando a esquecemos em casa, no escrit?rio… ?
E se a us?ssemos para enviar mensagens aos nossos amigos?

