Archive for junho, 2009

Coragem Diante da Derrota

Tendo ali [em Roma] os irmãos ouvido notícias nossas, vieram ao nosso encontro até à Praça de Ápio e às Três Vendas. Vendo-os Paulo, e dando por isso graças a Deus, sentiu-se mais animado. Atos 28:15.

Quando Lucas escreveu essas palavras a respeito de Paulo, este se encontrava a caminho de Roma, onde enfrentaria possivelmente a execução pelas mãos de um imperador brutal e excêntrico – Nero. Paulo, contudo, não temia essa possibilidade. Em vez disso, contemplando as primícias de uma abundante colheita de almas, deu graças a Deus e sentiu-se animado.

O mundo necessita de mais almas corajosas como Paulo.
Durante os negros dias de junho de 1940, Winston Churchill, primeiro-ministro da Grã-Bretanha, voou até à sede temporária do governo francês em Tours e esforçou-se para incentivar seus hesitantes aliados a continuarem a resistência contra o holocausto nazista. Seus esforços foram infrutíferos. O exército francês praticamente deixara de existir, o governo estava à beira do colapso e o futuro parecia desesperançadamente negro.

Retornando para a Inglaterra, Churchill relatou ao seu gabinete a gravidade da situação. Não abrandou o quadro, mas concluiu com estas memoráveis palavras: “Nós agora enfrentaremos a Alemanha completamente isolados. Estamos sós.” A seguir, olhando desafiadoramente ao seu redor, acrescentou: “Mas para mim isso é até inspirador!” A coragem daquele homem, diante de avassaladoras desvantagens e derrota quase certa, foi contagiosa. Galvanizou o povo britânico levando-o à ação e, como todos sabemos, prosseguiu para a vitória final.

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Ganância

“Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?” (Marcos 8:36)

“Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?” (Marcos 8:36)

Não é necessário ser nenhum estudioso no assunto para observar com clareza como nossa sociedade moderna é a influenciada pelo dinheiro e pelo poder. A ganância e a cobiça imperam no mundo como jamais se viu. A sociedade impõe às pessoas, implicitamente (ou seria explicitamente?), um estilo de vida em que acumular bens e correr atrás da prosperidade material é o que conta, custe o que custar.

Os que seguem essa filosofia (humana) logo se deparam com as conseqüências dessa escolha. Os relacionamentos com as pessoas, a família, a ética e a moral, o bom senso e, muitas vezes, os princípios e valores fundamentais são sacrificados porque a ganância por riquezas e poder foi colocada em primeiro lugar na vida dos seres humanos. Já dizia o sábio salomão: “Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos” (Eclesiastes 5:10). Não é verdade? Tente lembrar de algumas “coisas” que você almejava MUITO, mas depois de um tempo, ou até de bem pouco tempo, perdeu totalmente o sentido, o gosto. O homem se esquece que é filho do Eterno, portanto, só poderá estar totalmente satisfeito com aquilo que também é eterno.

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Bens Materiais

De acordo com a bíblia, os bens materiais são só temporários:

(Levítico 25:23) “Também não se venderá a terra em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós estais comigo como estrangeiros e peregrinos:”
Não devemos deixar que os nossos bens materiais nos dominem:
(Mateus 6:24) “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.”
(Lucas 12:15) “E disse ao povo: Acautelai-vos e guardai-vos de toda espécie de cobiça; porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui.”
Não é necessário ter muitos bens materiais para estarmos felizes e contentes:
(Filipenses 4:12-13) “Sei passar falta, e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado, tanto em ter fartura, como em passar fome; tanto em ter abundância, como em padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece.”
Não é bom que nos preocupemos mais pelos nossos bens materiais que pela casa de Deus:
(Ageu 1:9) “Esperastes o muito, mas eis que veio a ser pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu o dissipei com um assopro. Por que causa? diz o Senhor dos exércitos. Por causa da minha casa, que está em ruínas, enquanto correis, cada um de vós, à sua propria casa.”
Devemos compartilhar nossos bens materiais com aqueles que são e estão necessitados:
(Atos 2:44-46) “Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração.”
Fonte: www.jesusvoltara.com.br
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O cristão e as greves

http://bocadotrombone.files.wordpress.com/2009/06/20_mhg_pais_greve.jpg
Alguns meses atrás, minha classe profissional encontrava-se em greve por aumento de salário e outras reivindicações. Não aderi por achar que um cristão não deve participar desses movimentos. Agi de maneira certa? O que a Bíblia e Ellen White dizem sobre o assunto?

Esse é um assunto complexo, pois envolve pessoas e situações muito diferentes, além de dor, sofrimento e injustiça. Quero dar-lhe, porém, os parabéns pela sua atitude. Você, do ponto de vista legal, tinha o direito de envolver-se no movimento, especialmente se as condições de trabalho ou de salário eram desfavoráveis, mas esta seria, realmente, a melhor atitude para um cristão?
A Bíblia não fala sobre greves, como as que conhecemos hoje. Ela recomenda o amor como resposta à injustiça e a oração como instrumento de justiça social (Mat. 5:44; Luc. 6:27). Nosso maior exemplo deve ser Cristo que, numa época de profunda injustiça, não criou nenhum movimento de libertação social, nem uma revolução política, muito menos um grupo de ativistas. Por outro lado, criou um movimento baseado no amor, levando as pessoas a Deus e prometendo, em troca, suprir todas as suas necessidades (Mat. 6:25-33). Quando lhe perguntaram: “É lícito pagar tributo a César?”, Ele respondeu: “Dai, pois, a César o que é de César…” (Mat. 22:17-21). Ele ensinou que um cristão deve cumprir suas obrigações legais até o ponto em que elas não entrem em choque com os princípios do Céu. Caso contrário, deve deixar a justiça nas mãos de Deus.
No tempo de Ellen White, as questões trabalhistas já eram objeto de movimentos grevistas, e isso passou a gerar implicações de grande alcance. Em face desse problema, ela escreveu:
“Em razão de monopólios, sindicatos e greves, as condições da vida nas cidades estão-se tornando cada vez mais difíceis.” – A Ciência do Bom Viver, pág. 364. “Essas cidades estão repletas de toda espécie de iniqüidade – com conflitos e assassínios e suicídios. Satanás está nelas, controlando os homens em sua obra de destruição.” – Vida no Campo, pág. 25. “Buscam os homens conseguir que os elementos empenhados em diferentes profissões se filiem a certos sindicatos. Esse não é o plano de Deus, mas de um poder que não devemos jamais reconhecer.” – Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 115. “Os sindicatos trabalhistas rapidamente se agitam e apelam à violência se suas reivindicações não são atendidas. Mais e mais claro está se tornando que os habitantes do mundo não estão em harmonia com Deus.” – Eventos Finais, pág. 23. “Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo.” – Vida no Campo, pág. 16. “Não devemos ter nada que ver com essas organizações. Deus é o nosso Soberano, o nosso Governador” – Eventos Finais, pág. 116.
Nossa distância desses movimentos deve ficar clara. Como cristãos, temos outros meios de promover justiça social. A qualidade de nosso trabalho e a confiança na justiça divina são as melhores ferramentas para um cristão. Nós não fazemos justiça com as próprias mãos. Além disso, temos um Líder mais poderoso que os patrões humanos – nosso Deus, e um instrumento de justiça social mais eficiente que as greves – a fé e a oração. Não vamos ser injustos, ignorantes ou vítimas se nos mantivermos distantes, mas vamos demonstrar equilíbrio, justiça e fé.
Os cristãos nunca deveriam ser conhecidos pela agitação, pelos atritos, críticas ou espírito negativo que semeiam em seu ambiente de trabalho. Devem ser reconhecidos, sim, pela qualidade de tudo que fazem, pelo amor ao próximo e pela honestidade e fidelidade aos princípios bíblicos. Esses valores mantêm empregos, criam o respeito dos chefes e promoção no ambiente de trabalho, além de salários justos. Precisamos lembrar que o testemunho é mais importante do que a reivindicação.
Nossa luta deve ser, sempre, no sentido de servir às pessoas, pois essa é a razão de nossa existência como cristãos. O próprio Filho de Deus veio para servir e não para ser servido (Mat. 20:28). O cristão está sempre mais disposto a servir do que cobrar. Quando alguém é eficiente no que faz e deixa os resultados nas mãos de Deus, faz a melhor escolha.
Se a greve, como no seu caso, não depender de você, pois é um movimento nacionalmente articulado, continue cumprindo suas obrigações. Se for impossível, por causa da violência ou outras ameaças, fique longe da agitação, aguardando apenas o momento de retomar suas atividades.

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Hin?rio Adventista

Fechamento de padarias no Espírito Santo

Com o slogan “A massa precisa de descanso. O padeiro e a balconista também”, o Sindicato das Empresas de Panificação e Confeitarias (Sintramassas) lança a campanha para que as padarias [no Espírito Santo] fechem aos domingos e feriados, a exemplo do que já acontece com os supermercados.
Fonte: Gazeta Online
(Colaboração: Michelson Borges e Christiane Bandeira)
NOTA Minuto Profético: Todo trabalhador tem direito a um dia de descanso semanal. Se a escolha deste dia for baseada na Bíblia, que é o símbolo máximo da cultura predominante no Brasil, então o descanso deveria ser no sábado, o verdadeiro dia do Senhor: “O sétimo dia é o sábado do Senhor” (Ex 20:10); “O Filho do Homem é Senhor do sábado” (Mt 12:8). Essa lei ora em prática no Espírito Santo é mais um sinal dos tempos em que vivemos…
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ANSIEDADE

“O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos” (Prov 17:22)

A palavra ansiedade, na língua grega, significa estrangulamento. A ansiedade nos tira o oxigênio, corta o nosso fôlego e nos asfixia. Ela rouba nossas forças, embaça nossos olhos e tira de nós a perspectiva do futuro. A ansiedade é um mal que atinge a todos, pobres e ricos, doutores e analfabetos, homens e mulheres, adultos e crianças. A pressão da vida moderna, a falta de comunicação no lar, o isolamento das pessoas e a ausência da comunhão com Deus abrem a porta para a ansiedade.
Jesus nos alerta a não vivermos ansiosos com respeito ao dia de amanhã, quanto ao que havemos de comer, beber ou vestir (Mat 6:25). Não administramos o futuro, por isso não podemos sofrer por alguma coisa que ainda está para acontecer. A ansiedade é inútil, pois além de não nos ajudar a resolver o problema amanhã, ela nos enfraquece hoje. A ansiedade também pode ser incoerente, pois muitas vezes sofremos hoje por algo que jamais vai acontecer. E se tivermos de enfrentar um problema, a ansiedade nos leva a sofrer duas vezes, pois sofremos antes e quando o problema chega, vamos ter que encará-lo novamente. A ansiedade é um ato de incredulidade. Ficamos ansiosos porque duvidamos que Deus é poderoso e suficiente para cuidar da nossa vida. Onde a ansiedade se instala, a fé não tem mais espaço.
Jesus nos ensina que a criação de Deus é um antídoto contra a ansiedade. Os pássaros não semeiam, não colhem nem ajuntam em celeiros, mas Deus os alimenta. Os lírios do campo se vestem garbosamente e eles não trabalham nem fiam, no entanto nem Salomão em toda a sua glória se vestiu como eles (Mat 6:28,29). O apóstolo Paulo diz que não devemos ficar ansiosos por coisa alguma, antes devemos apresentar a Deus em oração nossas necessidades (Filip 4:6). O apóstolo Pedro diz que devemos lançar sobre o Senhor toda a nossa ansiedade porque ele tem cuidado de nós (1 Pedro 5:7).
Davi nos ensina a receita para a cura da ansiedade. Ele diz que devemos nos agradar de Deus, sabendo que ele é poderoso para satisfazer os desejos do nosso coração (Salmo 37:4). Temos que ter a coragem de entregar nosso caminho ao Senhor, confiar e descansar nele, sabendo que ele tudo fará por nós (Salmo 37:5,7). O mesmo Deus que está na sala de comando do universo também dirige a nossa vida. Nossas crises não o apanham de surpresa. Ele conhece nossas necessidades antes mesmo que as apresentemos a ele. Nós valemos mais que as aves do céu e os lírios do campo. Ele jamais vai desistir de completar sua obra em nós. Se ele nos permite passar por situações difíceis isso não significa ausência de amor nem falta de cuidado, mas ação pedagógica para esculpir em nós o caráter de Cristo. Deus está trabalhando em nós e nos transformando de glória em glória para refletirmos a imagem do seu Filho. Todas as coisas que se nos vêm são trabalhadas pela providência divina para o nosso bem último e maior (Rom 8:28).
Não deixe seu coração ficar prisioneiro da ansiedade. Está escrito: “a ansiedade no coração do homem o abate” (Pv 12.25), mas “o ânimo sereno é a vida do corpo” (Prov 14:30). Descanse em Deus. Tire os seus olhos das circunstâncias e ponha-os naquEle que está acima e no controle de todas as circunstâncias; não se permita entrar na caverna da depressão.

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A Armadura de Deus

“Revesti-vos de toda a ARMADURA de DEUS, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Efésios 6:11)

As armaduras sempre estiveram presentes na história das batalhas como forma exclusiva de proteção pessoal. Originalmente eram fabricadas de metal, usada por diversos tipos de soldados e guerreiros. Atualmente, estas “armaduras” se tornaram muito mais sofisticadas, leves e de fácil manuseio. Não são mais de bronze, ferro; mas fabricadas a partir de arames de aço, camadas plásticas, placas de cerâmicas e até de tecidos mega resistentes. Independente do tipo de material, o fim sempre foi o mesmo: Proteção contra algo ou alguém que tem intenções de machucar.

O apóstolo Paulo usou estas palavras inspiradas para descrever a indumentária espiritual que o cristão deve ter diante desta batalha invisível entre o bem e o mal. Ele escreveu que o mundo é um campo de batalha espiritual (6:12) e fez questão de utilizar esta figura de linguagem que cabe perfeitamente para compreendermos como nos encontramos nesta guerra e como podemos nos resguardar. O contexto dos versos dez ao vinte e quatro, nos incentiva a acreditar plenamente que a melhor defesa e também ataque, sempre é através de Cristo. Cristo é quem nos redime, nos salva e também nos protege. Sem Ele nada podemos fazer (João 15:5), toda a obra é dEle.

Está escrito: “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os PRINCIPADOS, contra as POTESTADES, contra os PRÍNCIPES DAS TREVAS deste século, contra as HOSTES ESPIRITUAIS DA MALDADE…” (Efésios 6:12). Amigo leitor, existe uma guerra espiritual sendo travada hoje e já há mais de seis milênios, onde eu e você não podemos fugir. Fazemos parte dela, não podemos enxergá-la, mas é absolutamente real. Como um amigo sempre diz – “quer você acredite, quer você não acredite; quer você queira, quer você não queira”, a humanidade inteira está intimamente envolvida neste problema e o simples fato de não fazer nada, ou tentar fazer algo com nossas próprias forças, já fará com que estejamos entre o grupo que não triunfará. Não existe nenhuma arma fabricada por mãos humanas que seja capaz de batalhar contra estes soldados invisíveis, superiores em inteligência e força (II Pedro 2:11). A bíblia, a Palavra de Deus, é a única arma ofensiva (Efésios 6:17) que o ser humano que é nascido do Espírito deve usar para atacar este(s) inimigo(s), assim como Jesus o fez no deserto.

Não há como dizer “sou cristão”, se não acredito neste conflito; não há como dizer “eu creio em Deus”, se não acredito no diabo. O Livro que diz que Jesus é o filho de Deus, é o mesmo Livro que ensina todas estas outras coisas. Vivemos num mundo cheio de armadilhas, arquitetadas por um ser que tem o prazer de fazer com que os filhos de Deus não alcancem a vida eterna; e esta é uma das armadilhas – a crença espúria de que a bíblia é apenas um livro humano. Tudo que ele quer é que morramos; que nos desviemos do Caminho. Ele tem pelo menos 6000 anos de experiência em mentir, enganar e matar a curto e eterno prazo. Seu objetivo é manter a todo custo o homem despreparado espiritualmente, longe de Deus, desprovido da armadura, pois só assim poderá adiar a volta de Jesus e consequentemente sua própria morte.

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Ellen G. White – A profetisa que NÃO falhou

Por Leandro Soares de Quadros

Jornalista, consultor bíblico e conselheiro espiritual

Recebi com carinho sua carta na qual demonstra preocupação com as acusações feitas à irmã White.

Será uma satisfação lhe ajudar a refutar as observações descontextualizadas de Natanael Rinaldi, com quem já mantive contato várias vezes. Infelizmente, o coração dele está endurecido de tal forma que não consegue perceber que ele faz uso de um procedimento desonesto ao interpretar os textos da escritora: tira-os de seu contexto histórico e literário.

A seguir farei uma análise dos comentários do pastor Rinaldi divulgados no site do Centro Apologético “Cristão” de Pesquisas (CACP):

Deixando de lado a afirmação de que Arnaldo B. Christianini, autor de “Subtilezas do Erro” estava “em êxtase” quando escreveu que Ellen White tinha o dom profético (não sei como Rinaldi deduziu tamanho “êxtase” na comunicação escrita sem ao menos haver um ponto de exclamação…), percebe-se a total desinformação do Sr. Rinaldi quanto à doutrina Adventista a respeito dos escritos de Ellen White e da relação deles com a Bíblia. Alguns motivos:

1) O grau de qualidade ou de inspiração dos escritos dela não podem ser diferentes da Bíblia porque o mesmo Espírito Santo é o autor de ambos. Não existem “graus de inspiração”. Uma pessoa não pode ser parcialmente inspirada pelo Espírito. O profeta é usado por Deus ou pelo diabo (nesse caso, falso profeta).

2) Mesmo acreditando que a qualidade da inspiração de Ellen White seja a mesma da Bíblia, nunca afirmamos que os escritos dela são mais importantes que a Palavra de Deus. Uma coisa é ter a mesma origem (Espírito Santo); outra, ter a mesma função e aplicação. Resumindo: cremos que tanto os autores bíblicos quanto os que não têm livros na Bíblia (1 Crônicas 29:29) como o a Sra. White tiveram o mesmo grau de inspiração, mas que a função dos escritos deles jamais foi “complementar” as Escrituras ou servir de norma suprema de doutrina. Bastava Rinaldi ler nossa “Crença Fundamental no. 1” no livro Nisto Cremos (Casa Publicadora Brasileira) e comprovar: “As Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamento, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. As Escrituras são a infalível revelação de Sua vontade. Constituem o padrão de caráter, a prova da experiência, o autorizado revelador de doutrinas, o registro fidedigno do atos de Deus na História”.

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Uso de Bateria na Igreja


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